quinta-feira, Outubro 23


37,8º. Hoje não é dos piores dias.
Aqui me vou.


quarta-feira, Outubro 22


Isto sem o Pai cá estar é um inferno.
De manhã querem o Pai para os vestir e para os levar à escola, mesmo que habitualmente essa tarefa seja repartida... ao fim do dia querem o Pai para dar o jantar, o banho e ler a história. E deitá-los. Mesmo que habitualmente seja a mãe que faz referidas tarefas, sem que o Pai consiga, sequer, intervir. Eles não deixam.
Para além desta "doença" que não me larga há quase duas semanas, mais a gestão de birras diárias, de manhã e à noite...
Se eu não ficar maluca desta vez, é porque não vou ficar NUNCA.



Tenho uma amiga que me visita todos os finais de dia.
Aparece de mansinho, primeiro faz-me sentir os olhos pesados, depois aquece a valer.
Esta febre diária está a começar a mexer-me com os nervos.


terça-feira, Outubro 21


Porra mais à tosse cavernosa e ao ranho verde.
É só.


domingo, Outubro 19


 O status não mudou. Só mudou a parte de ter ido parar ao hospital com uma infeção respiratória e estar de cama há 3 dias.


terça-feira, Outubro 7

Uma fórmula que se vai tornando habitual:


Acordar com a aurora + Pai a trabalhar fora vários dias da semana + levar e trazer a malta de palmo e meio e perder horas no trânsito + hidroginástica duas vezes por semana à hora do almoço + uma conjuntivite = dores no corpo ao nível da totalidade do mesmo e um cansaço para lá da estratosfera....

Buff....


domingo, Outubro 5


Este blog vai de mal a pior... estou num impasse, sem saber se o fecho de vez ou só para férias...


quarta-feira, Outubro 1

É ou não é maravilhoso??



O meu menino...


Parabéns a mim!


Que hoje comecei a ter aulas de hidroginástica, naquela que parecia ser do demo porque cheguei ao fim do intervalo a achar que não ia conseguir chegar ao fim da dita. Mas cheguei. Não fresca que nem alface mas sem dores de maior e com um entusiasmo que não vos digo nem vos conto.

Foi assim:


Um dos objetivos para 2014 cumprido :)

terça-feira, Setembro 30


Hoje tive uma bela tarde (NOT!!) de 3 horas inteirinhas fechada num cartório numa escritura que tinha tudo para ser trigo-limpo-farinha-amparo mas que correu muito mal porque as finanças deste nosso país à beira mar plantado continuam a ter exigências e procedimentos estapafúrdios que encrencam qualquer negócio simples. Mas adiante.
Lá passei a tarde inteirinha e quando se passa a tarde inteirinha com as mesmas pessoas, inevitavelmente se fala da família e dos filhos e blá blá blá.... e hoje não foi exceção.
Um casal de meia idade, com uma filha adolescente, das que [pelo menos do ponto de vista dos pais] se porta bem, donos de um restaurante que fizeram crescer a pulso, sozinhos... o que me fascinou foi o carinho e a cumplicidade com que trataram de tudo e com que falavam do "seu negócio"... humildes, pouco esclarecidos, mas amorosos e cheios de garra e pujança para enfrentar esta (maldita) crise que não tem fim.
Quando se acredita num sonho, seja ele qual for, ele acaba por concretizar-se e o sabor da vitória, em família, é tão melhor...
Vim de coração cheio para enfrentar as birras de final de dia destes dois, mas que hoje até se portaram bem, comeram os dois sozinhos, sem dramas, adormeceram cedinho, sem gritos nem choros.

Ainda assim, Papá, volta depressa, vá lá ...


segunda-feira, Setembro 29


Estou a ver um filme com o marido.
Há meses, meses!, que não o fazíamos.
Amanhã é que vão ser elas para acordar... principalmente ele, que vai com a aurora, que é como quem diz pelas 6h da matina, para norte, muito para norte, e só regressa lá para meio da semana...


Isto sou eu:


"Não há pessoa que eu conheça que não se orgulhe da sua frontalidade. Quando questionados, a resposta não é só afirmativa como assume cariz de bandeira- "eu sou frontal!". Não levar recados para casa, responder a tudo na cara, dizer literalmente o que se pensa é entendido como o expoente máximo da liberdade de expressão de qualquer pessoa que se defina como genuína. Quando, com todas as letras, assumo que sou pouco frontal, sinto o silêncio a pairar. Como se tivesse acabado de defender a pesca de baleias ou o espancamento à paulada de focas bebés. E é mais ou menos por esta altura, em que o silêncio se estende até aos limites da confortabilidade, que interrompo o espanto e fundamento. Não  sou muito frontal, não. Tenho um terrível receio de magoar quem recebe a minha mensagem e, creio mesmo, que nem tudo deve ser dito. A dialética causa- efeito tem tempos diversos, para mim. As mensagens podem ser passadas de outras formas, noutras alturas, através de outros contextos. Acredito que a melhor forma de dar uma lição a alguém é colocado na situação inversa e fazê-lo perceber como seria se recebesse a reação que está habituado a dar. Obviamente que nem sempre o outro entende o alcance ou sequer, quer saber. Mas, não acredito nessa frontalidade que se apregoa com orgulho. Nem acredito em quem a veste como um manto. Acredito, sim, que mais nobre é a capacidade de ouvir, de perceber as razões dessa reação, e de agir sem magoar e, acima de tudo, sem se magoar. Ando por aqui. Por aproximações. A ouvir alguns, a perceber outros e à espera que outros percebam. Tranquila."

Pela mão da Ana, in Pedagogia do Terror.


domingo, Setembro 28

O cansaço dos TPC's


O meu filho anda no primeiro ano.
Traz trabalhos de casa to-dos-os-dias menos à 5ª feira.
Já aprendeu a escrever duas letras e dois ditongos.
Hoje trouxe iiiii's e uuuuuu's, maiúsculos e minúsculos para treinar, mais os ditongos e a preparação para um ditado.
É verdade, um ditado.
E do que é que ele se queixa mais?
De escrever o nome no cimo de todas as fichas.


E esta semana?


Espero que seja melhor, embora D. Marido se vá embora já hoje.... desde que não haja fluídos a mais, mal cheirosos e coiso, o resto, eu aguento.


Uma semana que mais pareceram três!...


Nem sei por onde começar... se pela miúda que agora chora para ficar na escola, mas que afinal só ficou um dia porque nos outros vomitou e por isso abancou em casa dos avós, que entretanto também apanharam o bicho e encostaram à box, se pelo miúdo que parecia tão bem mas que na 4ª feira, depois da natação, embirrou com o jantar porque estava mal disposto, eu achei que era treta, e vai daí começa a vomitar em jeito de miúda do filme "O exorcista", mas em castanho... se pela tarde que tive que faltar ao emprego por não ter a quem mais recorrer, já que a miudagem não estava capaz, mas os avós ainda menos.
Cheguei a 6ª feira com a sensação que o Pai tinha estado ausente por 3 longas semanas, a achar que também eu já tinha sido brindada com vómitos e cócó mole, mas não.
Aguentei-me firme. Até ver.
E até este post demorou uns dias a ver a luz do SOL, este palhaço que anda a gozar com a malta e que ontem enviou um temporal em lugar dele... Oh céus!...