domingo, Outubro 19


 O status não mudou. Só mudou a parte de ter ido parar ao hospital com uma infeção respiratória e estar de cama há 3 dias.


terça-feira, Outubro 7

Uma fórmula que se vai tornando habitual:


Acordar com a aurora + Pai a trabalhar fora vários dias da semana + levar e trazer a malta de palmo e meio e perder horas no trânsito + hidroginástica duas vezes por semana à hora do almoço + uma conjuntivite = dores no corpo ao nível da totalidade do mesmo e um cansaço para lá da estratosfera....

Buff....


domingo, Outubro 5


Este blog vai de mal a pior... estou num impasse, sem saber se o fecho de vez ou só para férias...


quarta-feira, Outubro 1

É ou não é maravilhoso??



O meu menino...


Parabéns a mim!


Que hoje comecei a ter aulas de hidroginástica, naquela que parecia ser do demo porque cheguei ao fim do intervalo a achar que não ia conseguir chegar ao fim da dita. Mas cheguei. Não fresca que nem alface mas sem dores de maior e com um entusiasmo que não vos digo nem vos conto.

Foi assim:


Um dos objetivos para 2014 cumprido :)

terça-feira, Setembro 30


Hoje tive uma bela tarde (NOT!!) de 3 horas inteirinhas fechada num cartório numa escritura que tinha tudo para ser trigo-limpo-farinha-amparo mas que correu muito mal porque as finanças deste nosso país à beira mar plantado continuam a ter exigências e procedimentos estapafúrdios que encrencam qualquer negócio simples. Mas adiante.
Lá passei a tarde inteirinha e quando se passa a tarde inteirinha com as mesmas pessoas, inevitavelmente se fala da família e dos filhos e blá blá blá.... e hoje não foi exceção.
Um casal de meia idade, com uma filha adolescente, das que [pelo menos do ponto de vista dos pais] se porta bem, donos de um restaurante que fizeram crescer a pulso, sozinhos... o que me fascinou foi o carinho e a cumplicidade com que trataram de tudo e com que falavam do "seu negócio"... humildes, pouco esclarecidos, mas amorosos e cheios de garra e pujança para enfrentar esta (maldita) crise que não tem fim.
Quando se acredita num sonho, seja ele qual for, ele acaba por concretizar-se e o sabor da vitória, em família, é tão melhor...
Vim de coração cheio para enfrentar as birras de final de dia destes dois, mas que hoje até se portaram bem, comeram os dois sozinhos, sem dramas, adormeceram cedinho, sem gritos nem choros.

Ainda assim, Papá, volta depressa, vá lá ...


segunda-feira, Setembro 29


Estou a ver um filme com o marido.
Há meses, meses!, que não o fazíamos.
Amanhã é que vão ser elas para acordar... principalmente ele, que vai com a aurora, que é como quem diz pelas 6h da matina, para norte, muito para norte, e só regressa lá para meio da semana...


Isto sou eu:


"Não há pessoa que eu conheça que não se orgulhe da sua frontalidade. Quando questionados, a resposta não é só afirmativa como assume cariz de bandeira- "eu sou frontal!". Não levar recados para casa, responder a tudo na cara, dizer literalmente o que se pensa é entendido como o expoente máximo da liberdade de expressão de qualquer pessoa que se defina como genuína. Quando, com todas as letras, assumo que sou pouco frontal, sinto o silêncio a pairar. Como se tivesse acabado de defender a pesca de baleias ou o espancamento à paulada de focas bebés. E é mais ou menos por esta altura, em que o silêncio se estende até aos limites da confortabilidade, que interrompo o espanto e fundamento. Não  sou muito frontal, não. Tenho um terrível receio de magoar quem recebe a minha mensagem e, creio mesmo, que nem tudo deve ser dito. A dialética causa- efeito tem tempos diversos, para mim. As mensagens podem ser passadas de outras formas, noutras alturas, através de outros contextos. Acredito que a melhor forma de dar uma lição a alguém é colocado na situação inversa e fazê-lo perceber como seria se recebesse a reação que está habituado a dar. Obviamente que nem sempre o outro entende o alcance ou sequer, quer saber. Mas, não acredito nessa frontalidade que se apregoa com orgulho. Nem acredito em quem a veste como um manto. Acredito, sim, que mais nobre é a capacidade de ouvir, de perceber as razões dessa reação, e de agir sem magoar e, acima de tudo, sem se magoar. Ando por aqui. Por aproximações. A ouvir alguns, a perceber outros e à espera que outros percebam. Tranquila."

Pela mão da Ana, in Pedagogia do Terror.


domingo, Setembro 28

O cansaço dos TPC's


O meu filho anda no primeiro ano.
Traz trabalhos de casa to-dos-os-dias menos à 5ª feira.
Já aprendeu a escrever duas letras e dois ditongos.
Hoje trouxe iiiii's e uuuuuu's, maiúsculos e minúsculos para treinar, mais os ditongos e a preparação para um ditado.
É verdade, um ditado.
E do que é que ele se queixa mais?
De escrever o nome no cimo de todas as fichas.


E esta semana?


Espero que seja melhor, embora D. Marido se vá embora já hoje.... desde que não haja fluídos a mais, mal cheirosos e coiso, o resto, eu aguento.


Uma semana que mais pareceram três!...


Nem sei por onde começar... se pela miúda que agora chora para ficar na escola, mas que afinal só ficou um dia porque nos outros vomitou e por isso abancou em casa dos avós, que entretanto também apanharam o bicho e encostaram à box, se pelo miúdo que parecia tão bem mas que na 4ª feira, depois da natação, embirrou com o jantar porque estava mal disposto, eu achei que era treta, e vai daí começa a vomitar em jeito de miúda do filme "O exorcista", mas em castanho... se pela tarde que tive que faltar ao emprego por não ter a quem mais recorrer, já que a miudagem não estava capaz, mas os avós ainda menos.
Cheguei a 6ª feira com a sensação que o Pai tinha estado ausente por 3 longas semanas, a achar que também eu já tinha sido brindada com vómitos e cócó mole, mas não.
Aguentei-me firme. Até ver.
E até este post demorou uns dias a ver a luz do SOL, este palhaço que anda a gozar com a malta e que ontem enviou um temporal em lugar dele... Oh céus!...


terça-feira, Setembro 23

Na bisga...



Hoje de manhã fui levar o miúdo à escola antes das nove.
Rumei novamente para o sentido oposto ao meu escritório para ir ter com o Marido à escola da miúda, só para dar beijinho, trocar duas palavras com a educadora (o assunto era o cócó mole da garota) e seguir para a oficina onde deixei o carro a arranjar [resultado do toque que os franceses nos deram no algarve, em junho passado].
Depois, com duas cadeirinhas a mais no carro do Pai, bora lá levantar o carro de substituição, mais uns quantos kilómetros adiante.
Sentei-me à secretária já passava das 11h.
Almoço na bisga, sempre a olhar para o telefone, não fosse a miúda piorar ou ligarem a dizer que, milagrosamente, o carro tinha ficado pronto antes de amanhã de manhã.
Eis que pelas cinco me ligam a confirmar que sim, que tinham conseguido arranjar a máquina e estava à minha espera.
Confirmei com o avô que podia ir ter comigo para entregar o carro alugado, tira cadeiras, assina papéis, tudo em ordem, oficina com eles.
Tudo limpo e arranjado. Um carro a brilhar como há muito não me calhava. Por dentro e por fora, com os dois farolins novos. Põe cadeiras, assina papéis, casa da avó com eles.
Traz a miúda [o pai foi buscá-lo a ele], banhos, jantares, mala do pai que por esta altura já deve estar por terras alentejanas.
E que falta me vai fazer nestes próximos dias.

Suspiro.

segunda-feira, Setembro 22

Rotinas:


Isto é o que me espera.
São onze da noite, já arrumei duas mochilas e preparei duas lancheiras - dois lanches e um almoço - e despachei o mais velho para um jogo de bola.
A partir de amanhã à noite acabaram-se as ajudas e o trabalho repartido porque D. Marido vai em trabalho para fora até 6ª feira.
Se me desdobro?
Pois claro que sim.
Ainda não pensei como, mas com a ajuda da minha Santa Mãezinha, a coisa faz-se,
Para agora, é dobrar esta roupinha toda que me aguarda desde a hora do almoço, hora a que o rapaz da Casa cá veio de propósito apanhá-la porque chovia que Deus a dava e eu chorava com convulsões porque a deixei estendida de manhã, com SOL, e que agora ia perder toda uma semana para a voltar a secar de novo.
A miudagem dorme desde antes das nove e o serão rende.
Rende, que é como quem diz, afazeres-domésticos-sem-interrupção.
E é isto, a minha vidinha.


domingo, Setembro 21

Report


Sobrevivemos à primeira semana.
Ele foi cestos trocados, trabalhos de casa to-dos-os-di-as feitos a tempo e horas, natação duas vezes, compras do material de D. Flor, duas noites manhosas com cócós e a diarreias a meio, reunião com a professora do Sr. Piolho.
Como é que é possível que ao fim de uma semana de aulas a professora conheça o meu filho como se fosse seu aluno há meses?...
Para ontem, em dia de festa, fomos celebrar os anos do Pai por terras ribatejanas, com a família, num dia de sol tímido mas que ainda assim deu para o descanso, a ronha e o dolce far niente que se pedia no fim de uma semana destas.
Acabámos o dia a jantar os 4 no Mercado de Campo de Ourique porque achei injusto pôr o aniversariante a cozinhar :)




terça-feira, Setembro 16

Isto não é para todos....


Epá, que cansaço, senhores, que cansaço...

Tudo corre sobre rodas, minis da Casa andam felizes e contentes, mas os grandes andam com os bofes-de-fora.
Ora ontem lá fizémos piscinas, ora para a frente, ora para trás, ora leva um, ora leva a outra.
Tudo animado, não houve lágrimas de parte a parte... até a mamã se portou lindamente! :)
Depois, dia de natação, chegar a casa dos avós [à 2ª feira jantamos nos meus pais], todo importante, sentar-se na mesa e anunciar a todos os presentes que não podia ouvir barulho porque se tinha que concentrar a fazer o trabalho-de-casa!
Meu rico filho!
E depois ela de roda dele, que também trabalhava, que também queria pintar, que também já anda na escola...
Passada uma hora, o cansaço toma conta do petiz e "Não consigo fazer mais, mãe... tenho fome, tenho que ir jantar..."
Depois do jantar, quase a dormir, vai de birra e não quis acabar de pintar e ainda conseguiu deixar cair um pedaço de pêssego por cima! Nada de pânico, não chegou a manchar.
Chegou a Casa a dormir, pouco passava das nove da noite.
Depois de a sossegar a ela, que é mais custosa, quer é contar e falar e partilhar, chega o momento de me dedicar às lancheiras.
Mal abro a do almoço, constato que LOGO NO PRIMEIRO DIA O PAI DA CASA TINHA CONSEGUIDO TRAZER PARA CASA UMA LANCHEIRA QUE NÃO NOS PERTENCE!!!!
Pânico no barco!
E agora, pai!!??!
E agora [depois, naturalmente, de alguns gritos ....] vamos pensar como estarão a pensar os pais do menino que tem a nossa lancheira em casa, lavamos tudo, amanhã levas a comida na mesma e de manhã fazes a troca!
Depois do stress inicial, enviei um sms a uma colega do escritório que tem dois filhos na mesma escola que o meu e de quem, estranhamente, tinha 3 chamadas não atendidas ao fim da tarde. Em resposta ela enviou-me a informação, a rir, que a lancheira que nós tínhamos trazido é a lancheira do filho dela que é igualinha à nossa.
Coincidência das coincidências!!!
De coração mais sereno, lá adormeci descansada que a troca seria mesmo fácil de fazer.
Mas fácil não está o trânsito, neste verão mascarado de outono chuvoso, em que as manhãs cheiram a novembro...
Um caos depois, tudo se fez nas calmas.
O que é certo é que eu chego ao escritório com a sensação de já serem três da tarde e, ainda assim, ando na bisga e com bichos carpinteiros, desejosa que o dia acabe para entrar ao serviço no segundo turno...
O miúdo queixa-se que não tem tempo para fazer as coisinhas dele, que anda a fazer um lego há dias e não há meio de o acabar, mas hoje o avô foi buscá-lo cedo, fez o tpc calmamente, desta vez completo (sorriso) e foi tudo mais sereno.
Aterraram ambos-os-dois em cima das nove.
E eu ando numa lufa-lufa desde essa altura para deixar tudo preparado para amanhã, desta feita com lancheiras nossas...

As fotos mostram como D. Flor estava feliz e abraçou a Escola sempre com um sorriso nesta cara linda!