sexta-feira, agosto 30

Hoje foi um dia cheio de emoções fortes...


Já ontem me deitei inquieta e dormi mal. Outra vez. Quando vou a velórios acontece-me sempre isto. Fico a remover recordações e o sono não vem. Ou vem aos solavancos.
De manhã foi o funeral, muito intenso por várias razões: porque é sempre a derradeira despedida, porque estava muito pouca gente e porque me custa sempre muito ver o caixão a desaparecer no meio da terra.
No século XXI já devia ser possível funerais diferentes. Não sei como, mas diferentes. Para além da cremação, aquilo da terra no caixão mexe mesmo muito aqui com a mamã.
E a manhã voou e fui a correr para a esteticista, a contar com uns  momentos de pura descontração e revistas cor de rosa.
E foi.
Sem pêlos e com as unhas dos pés cor-de-laranja forte, saí de lá mais bem disposta.
Morta de fome, mas mais animada.
E depois ainda tive tempo para conhecer esta pessoa., que é uma delícia, entreguei um saco de roupa para quem mais precisa e voltei ao escritório, onde engoli uma pizza e bebi uma limonada sentada à secretária. Que me soube pela vida.


Entrámos de férias, sem pendentes, e com as malas TODAS por fazer, mas amanhã o dia volta a ter 24h.



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